MartinsTech MartinsTech Fazer o diagnóstico
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Seis frentes. Uma ordem só: medir antes de automatizar.

Todo projeto começa pelo diagnóstico. Automatizar um processo que ninguém mediu é automatizar o desperdício — não eliminá-lo. Abaixo, o que fazemos e a ordem em que costuma fazer sentido.

Comece aqui

Diagnóstico de Processos — Process Review

Uma semana mapeando o processo crítico pelo ciclo DMAIC. Você recebe relatório executivo, os gargalos nomeados e um roteiro priorizado por impacto financeiro.

Entrega Relatório executivo + roteiro priorizado
Conformidade

Auditoria de Processos e Conformidade

Levantamento de onde o processo desvia da norma e de quem acessou o quê. Útil quando há exigência regulatória, contrato de cliente grande ou auditoria externa a caminho.

Entrega Trilha de auditoria + plano de adequação
Engenharia

Desenvolvimento de Software Sob Medida

Para quando a planilha compartilhada virou o sistema da empresa, ou a ferramenta de prateleira resolve 80% e a equipe contorna os 20% à mão todos os dias.

Entrega Sistema em produção + documentação
Integração

Integração de Sistemas Complexos

Integração com ERP, CRM, agenda ou emissor fiscal, sob diagnóstico. Sem o diagnóstico técnico, o escopo não fecha.

Entrega Integrações ativas + monitoramento
Operação

Gestão de Infraestrutura (SRE)

Operação monitorada, com recuperação automática. Faz sentido quando a operação já depende do que construímos.

Entrega Monitoramento contínuo + plano de resposta
Capacitação

Consultoria & Capacitação Empresarial

Diagnóstico do nível digital, identificação do que dá para automatizar com IA, estratégia, seleção de ferramentas e treinamento de quem vai operar depois que saímos.

Entrega Estratégia de adoção + equipe treinada
Como trabalhamos

DMAIC, aplicado a processo administrativo.

O mesmo ciclo que a indústria usa para eliminar defeito em linha de produção, rodando no financeiro, no fiscal e no atendimento. Cinco etapas, nesta ordem, sempre.

Etapa 1

Definir

Qual processo, qual dor, qual número precisa mudar. Em vez de partir do palpite de quem está mais perto do problema, cruzamos o histórico do processo — chamados, e-mails, planilhas de retrabalho — em busca do padrão que ninguém tinha nomeado ainda. Quando há volume de atendimento, o mesmo levantamento aponta a queixa que se repete de verdade, não a mais recente ou a mais lembrada.

Etapa 2

Medir

Tempo de ciclo, retrabalho e onde o dado é redigitado. A leitura usa o que a operação já registra. Integração com ERP, CRM, agenda ou emissor fiscal entra sob diagnóstico.

Etapa 3

Analisar

Causa raiz separada de sintoma, com evidência. Com várias variáveis em jogo — cliente, horário, forma de pagamento, quem atendeu — olhar linha por linha numa planilha raramente encontra a combinação que realmente causa o problema; cruzar essas variáveis aponta a causa raiz com evidência, não o suspeito mais óbvio. Em processos com histórico suficiente, dá para estimar quando o mesmo problema tende a voltar a acontecer.

Etapa 4

Implementar

Agente, integração ou software — o que a análise indicar. Antes de rodar para toda a operação, a mudança roda primeiro num recorte controlado — um cliente, uma filial, um turno — para medir o impacto real antes de comprometer o resto. Só depois de validado nesse recorte é que vai para todo mundo.

Etapa 5

Controlar

Medição que continua rodando depois que saímos. O mesmo painel que mediu o antes continua ligado depois do go-live — se o número começar a voltar para o patamar antigo, o alerta dispara sozinho, sem esperar alguém notar meses depois. Não é projeto entregue e esquecido: é medição que continua de pé.

Conceito de DMAIC potencializado por IA descrito em Sood, A.C. & Dhull, K.S., “The Future of Six Sigma — Integrating AI for Continuous Improvement,” IJIREM, v.11, n.5, out. 2024.

Serve para você se

Você tem entre 10 e 200 pessoas, ou um escritório de advocacia com 5 a 30 advogados.

Existe um processo recorrente que gera retrabalho — não um problema pontual.

Já usa ERP, CRM ou agenda, e alguém redigita dado entre eles.

Aceita revisar o que a IA sugere antes de usar, inclusive em assunto fiscal.

Aceita começar medindo, mesmo querendo o resultado para ontem.

Não serve se

O que você procura é um site institucional, sem automação nem e-commerce.

Não há processo recorrente nem dor operacional que dê para nomear.

Há integração no escopo, mas o diagnóstico técnico está fora de questão.

Ninguém na empresa tem acesso aos dados que o projeto precisaria ler.

Não usar ERP, por si só, não desqualifica nada — a maioria dos nossos diagnósticos começa em operação que roda em planilha.

Seis perguntas dizem se faz sentido conversar.

O diagnóstico é gratuito e leva dois minutos. No fim você recebe uma leitura honesta: onde está seu gargalo provável, qual serviço atacaria ele e se vale ou não marcar uma conversa.

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